Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/9936
Title: Análise do perfil dos consumos de gases frescos e anestésicos, durante a anestesia geral, em circuito fechado
Authors: Marques, Filipa Pinheiro 
Orientador: Botelho, Filomena
Keywords: Anestésicos, consumo, custos; Gases frescos, consumo; Zeus, aparelho de anestesia
Issue Date: Sep-2008
Citation: Marques, Filipa Pinheiro - Análise do perfil dos consumos de gases frescos e anestésicos, durante a anestesia geral, em circuito fechado. Coimbra, 2008
Abstract: Pretende-se com este projecto estudar um aparelho de anestesia a funcionar em circuito fechado, o Zeus® (Dräger Medical, Lübeck, Alemanha). Analisa-se nomeadamente o perfil dos consumos de gases frescos (oxigénio, ar e protóxido de azoto) e gases anestésicos (desflurano e sevoflurano). Foram incluídos os dados da monitorização de trinta e oito anestesias, efectuadas sequencialmente pelo mesmo profissional, com o mesmo equipamento e com protocolo anestésico similar. Os dados foram recolhidos automaticamente num aparelho de anestesia Zeus®, e registados a cada 10 segundos em suporte informático, utilizando um software específico. Os parâmetros registados agruparam- -se em função da mistura gasosa utilizada: desflurano vs sevoflurano com ar vs protóxido de azoto – e consideraram-se, para análise do cálculo e comparação dos consumos médios, quatro fases bem definidas do procedimento anestésico. Concluiu-se que o Zeus® responde rapidamente a alterações da concentração definida de anestésico e é também muito rápido a atingir novamente a concentração zero ( 0), no fim do procedimento anestésico. Os sistemas de controlo por feedback são muito precisos, permitindo uma total confiança no modo de funcionamento uptake/circuito fechado. O consumo de gases frescos e anestésicos, no modo de funcionamento uptake e independentemente da mistura gasosa escolhida, é mínimo e claramente diferente do consumo nas outras fases da anestesia. O peso dos anestésicos inalatórios, no custo total por hora da anestesia, é sempre superior a 90%, independentemente da mistura gasosa seleccionada. O custo médio, por hora, dos anestésicos inalatórios aparenta ser superior quando se utiliza a mistura oxigénio e ar do que quando se utiliza a mistura oxigénio e protóxido de azoto.
URI: http://hdl.handle.net/10316/9936
Rights: openAccess
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