Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/94432
Title: Dissertation: INCOME INEQUALITY AND ECONOMIC GROWTH IN CENTRAL AND EASTERN EUROPEAN TRANSITION COUNTRIES
Other Titles: Tese: INCOME INEQUALITY AND ECONOMIC GROWTH IN CENTRAL AND EASTERN EUROPEAN TRANSITION COUNTRIES
Authors: Auza, Katrina Anna
Orientador: Fuinhas, José Alberto Serra Ferreira Rodrigues
Keywords: Desigualdade de rendimentos; Crescimento económico; regressão de distribuição autorregressiva desfasada; Europa Central e Oriental; Economia de desenvolvimento; Income inequality; economic growth; autoregressive distributed lag; Central and Eastern Europe; development economics
Issue Date: 26-Mar-2021
Serial title, monograph or event: Dissertation: INCOME INEQUALITY AND ECONOMIC GROWTH IN CENTRAL AND EASTERN EUROPEAN TRANSITION COUNTRIES
Place of publication or event: FEUC
Abstract: Evidence from countries transitioning to market economy regarding income inequality and growth relationship is scarce and inconclusive. The paper sets to analyse the phenomenon in 10 countries from Central and Eastern Europe (CEE) that accessed European Union in 2004 and 2007, highlighting two aspects: (1) the link between income inequality and economic growth; (2) the redistributive policies governments have taken to balance economic growth with income inequality levels. Different income inequality – growth transmission mechanisms are reviewed, and an overview of policies during the transition to a market economy and during the global financial crisis is given. Unified credit market imperfection and fiscal policy inequality – growth nonlinear models are tested empirically using auto distributive lag regression with market income data from 1995 to 2017 for CEE as an idiosyncratic region and disaggregated by average income inequality into two country groups. Empirical results are not robust but suggest that income inequality affects economic growth through various channels, and income inequality measures focusing on changes in the middle-income have strong explanatory power. Government expenditure and urbanisation have negative effects on growth, but the region is not idiosyncratic in respect due to different regional policies during the transition. Results from the policy literature overview suggest that the liberal and productivist welfare policies governments have undertaken during recessions of market transition in the 1990s and global economic crisis in 2008–2010 have been accompanied by redistributive policies, depending on budget availability, but have failed to support vulnerable groups, as well as have been transferred not accounting for specific circumstances of recipient countries. Governments should undertake a social investment policy approach to tackle inequalities and promote inclusive growth for sustained long-run growth.
A evidência dos países em transição para economias de mercado no que toca à relação da desigualdade de rendimentos com o crescimento económico é preocupante e inconclusivo. A tese assenta na análise do fenómeno da desigualdade em dez países da Europa Central e Oriental (CEE), que aderiram à União Europeia em 2004 e 2007. Destacam-se dois aspetos: (1) a ligação entre a desigualdade económica e o crescimento económico; e (2) as políticas redistributivas que os governos adotaram na tentativa de equilibrar o crescimento económico com os níveis de desigualdade de rendimentos. São revistos os mecanismos de transmissão da desigualdade de rendimentos ao crescimento económico e é dada uma visão geral das políticas aplicadas durante a transição para a economia do mercado e durante a crise financeira global. As imperfeições do mercado de crédito e desigualdade da política orçamental são analisadas através de modelos não lineares de crescimento e são testadas empiricamente utilizando a técnica econométrica do modelo de distribuição autorregressiva desfasada, para o os dados do rendimento no período de 1995 a 2017, para a CEE como região idiossincrática e desagregados pela desigualdade média do rendimento em dois grupos de países. Os gastos do governo e a urbanização têm um efeito negativo sobre o crescimento económico, mas a região não é idiossincrática relativamente a esse fenómeno, esse fenómeno pode ser o resultado de diferentes políticas regionais durante levadas acabo durante a fase de transição. Os resultados empíricos sugerem que a desigualdade do rendimento afeta o crescimento económico em vários aspetos. As medidas de desigualdade de rendimento, focando-se nas mudanças no rendimento médio, têm um forte poder explicativo. Os resultados da revisão da literatura sugerem que as políticas liberais e produtivistas do bem-estar dos governos, empreendidas durante as recessões da transição dos mercados em 1990 e a crise económica global de 2008-2010, foram acompanhadas por políticas redistributivas, dependentes das disponibilidades orçamentais, mas falharam no apoio aos grupos vulneráveis, bem como foram feitas transferências sem considerar as circunstâncias específicas dos países. Para um crescimento sustentado a longo prazo, os governos devem empreender uma abordagem política de investimento social para combater as desigualdades e promover um crescimento inclusivo.
Description: Dissertação de Mestrado em Economia apresentada à Faculdade de Economia
URI: http://hdl.handle.net/10316/94432
Rights: openAccess
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