Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/82650
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dc.contributor.advisorAreia, Ana Luísa Fialho Amaral-
dc.contributor.advisorPinto, Anabela Mota-
dc.contributor.authorBrandão, Pedro Daniel de Sousa-
dc.date.accessioned2018-12-20T04:31:34Z-
dc.date.available2018-12-20T04:31:34Z-
dc.date.issued2018-05-24-
dc.date.submitted2019-01-20-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/82650-
dc.descriptionTrabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina-
dc.description.abstractUma vez que o sistema nervoso em desenvolvimento é particularmente vulnerável a inúmeros fatores e mecanismos patogénicos, a lesão cerebral perinatal pode surgir em diferentes momentos (durante o parto, mas também antes ou após), associada a etiologias que variam desde episódios de hipóxia-isquémia a distúrbios genéticos ou doenças infeciosas, assumindo-se assim como importante causa de mortalidade neonatal, sobretudo nos países subdesenvolvidos. Com os avanços nos cuidados obstétricos e neonatais e a consequente redução da mortalidade neonatal em idades gestacionais mais precoces, a morbilidade e os riscos de sequelas neurológicas a longo prazo (como a paralisia cerebral) aumentaram, exigindo novas estratégias e agentes neuroprotetores eficazes, dado o seu impacto socioeconómico substancial. Neste sentido, a investigação desenvolvida para reduzir o impacto da lesão cerebral permitiu definir o sulfato de magnésio antenatal (em contexto de parto pré-termo iminente ou planeado) e a hipotermia induzida (na encefalopatia hipóxico-isquémica em recém-nascidos de termo) como medidas de neuroprotecção. Apesar da franca melhoria dos resultados clínicos com as intervenções descritas, muitas são as suas limitações e critérios de exclusão, pelo que continuamos longe de eliminar a morbimortalidade associada a estes eventos patológicos. Assim, outras estratégias têm vindo a ser investigadas ao longo dos últimos anos ainda sem aplicação clínica instituída. Com este trabalho pretende-se esclarecer os fenómenos fisiopatológicos subjacentes à lesão perinatal do cérebro imaturo e discutir as estratégias de neuroprotecção desenvolvidas e em estudo, apresentando ainda os desafios e inovações emergentes que se afiguram nesta área.por
dc.description.abstractAs the developing nervous system is particularly vulnerable to several factors and pathogenic mechanisms, perinatal brain injury may occur at different moments (frequently intrapartum but also ante or post-partum) and its etiologies vary from hypoxia-ischemia to genetic and metabolic disorders or infectious diseases, thus making it an important cause of neonatal mortality, especially in developing countries. The advances in obstetric and neonatal care and the resulting reduction in neonatal mortality in lower gestational ages led to increased morbidity and risk of long-term neurologic sequels in this population, such as cerebral palsy. Given its substantial socio-economic impact, it requires the development of new neuroprotective strategies and specific, effective agents. Therefore, the investigation developed to reduce perinatal brain injury allowed the establishment of antenatal magnesium sulfate (in the context of imminent or planned preterm delivery) and induced hypothermia (in hypoxic-ischemic term newborns) as neuroprotective measures. Despite the subsequent improvement in clinical outcomes, the described measures have important limitations and exclusion criteria, emphasizing how far we still are from ending the morbimortality associated with these pathological events. As a result, other strategies have been investigated over the last few years, still without clinical application. This article aims to clarify the pathophysiology underlying perinatal brain injury and reviews neuroprotection strategies’ evolution, presenting the challenges and emerging innovations in this area.eng
dc.language.isopor-
dc.rightsembargoedAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/-
dc.subjectneuroproteçãopor
dc.subjectfármacos neuroprotetorespor
dc.subjectdoenças do sistema nervoso centralpor
dc.subjecthipóxia-isquémia encefálicapor
dc.subjecthipotermia induzidapor
dc.subjectneuroprotectioneng
dc.subjectneuroprotective agentseng
dc.subjectcentral nervous system diseaseseng
dc.subjecthypoxia-ischemia, braineng
dc.subjecthypothermia, inducedeng
dc.titleNeuroproteção Perinatal: Quo vadis?por
dc.title.alternativePerinatal Neuroprotection: Quo vadis?eng
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationCoimbra-
degois.publication.titleNeuroproteção Perinatal: Quo vadis?por
dc.date.embargoEndDate2019-05-24-
dc.peerreviewedyes-
dc.date.embargo2019-05-24*
dc.identifier.tid202051927-
thesis.degree.disciplineMedicina-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Medicina-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorBrandão, Pedro Daniel de Sousa::0000-0003-4705-6960-
uc.degree.classification18-
uc.date.periodoEmbargo365-
uc.degree.presidentejuriCosta, Ana Maria Pego Todo-Bom Ferreira da-
uc.degree.elementojuriAreia, Ana Luísa Fialho Amaral-
uc.degree.elementojuriFranco, Sofia Margarida Perienes-
uc.contributor.advisorAreia, Ana Luísa Fialho Amaral::0000-0003-2371-8907-
uc.contributor.advisorPinto, Anabela Mota-
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
crisitem.advisor.deptFaculty of Medicine-
crisitem.advisor.deptFaculty of Medicine-
crisitem.advisor.parentdeptUniversity of Coimbra-
crisitem.advisor.parentdeptUniversity of Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCNC - Center for Neuroscience and Cell Biology-
crisitem.advisor.orcid0000-0003-2371-8907-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-0820-9568-
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