Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/47034
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dc.contributor.authorPinto-Gouveia, José-
dc.contributor.authorFerreira, Cláudia-
dc.contributor.authorMatos, Marcela-
dc.contributor.authorCarvalho, Sérgio-
dc.date.accessioned2018-01-29T12:46:13Z-
dc.date.available2018-01-29T12:46:13Z-
dc.date.issued2014-10-01-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/47034-
dc.description.abstractA obesidade é atualmente considerada um problema epidémico de saúde pública, e tem sido alvo de um crescente interesse por parte de investigadores e clínicos. A ingestão alimentar compulsiva (IC) parece desempenhar um importante papel na obesidade, estando associada ao seu início precoce, à sua manutenção e severidade, assim como a piores resultados de tratamentos de perda de peso. Além disso, a ic parece contribuir para severas dificuldades emocionais, invalidação a nível social e ocupacional e para as implicações médicas associadas à obesidade. evidências clínicas e empíricas suportam que a IC pode emergir como o resultado de processos maladaptativos de regulação emocional, os quais têm como objetivo o evitamento, a distração ou o escape de respostas emocionais intensas e instáveis (e.g., vergonha) e/ou pensamentos dolorosos. Adicionalmente, estes processos contribuem para um ciclo autoperpetuante caracterizado por uma progressiva perda de domínio sobre o próprio padrão alimentar, forma corporal e peso, e para o aumento de sentimentos de vergonha e desprezo por si mesmo, raiva, e autocriticismo. A eficácia dos tratamentos existentes para a IC tem-se revelado, de alguma forma, inconsistente, dado que muitos doentes com esta perturbação mantêm sintomas de perturbação do comportamento alimentar. Adicionalmente, as intervenções atuais têm negligenciado o papel da vergonha (como manifestação específica de afetividade negativa) e da hostilidade e criticismo autodirigidos (como estratégias maladaptativas de lidar com a vergonha) na etiologia e manutenção das dificuldades destes doentes. Neste contexto, o Befree surge como uma intervenção psicoterapêutica inovadora que reúne componentes-chave de abordagens distintas mas complementares, e que se têm revelado eficazes no tratamento de várias condições psicopatológicas (e.g., intervenções baseadas no mindfulness, na aceitação e na compaixão), cujo objetivo central é quebrar o ciclo de manutenção da IC através da promoção de estratégias adaptativas de regulação emocional.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherRevista Factores de Riscopor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/COMPETE/132054/PTpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleBefree: contextualização e desenvolvimento de um programa de intervenção em grupo para a ingestão Alimentar compulsiva e Obesidadepor
dc.typearticlepor
dc.peerreviewednopor
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextopen-
item.fulltextCom Texto completo-
Appears in Collections:I&D CINEICC - Artigos em Revistas Nacionais
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