Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/46948
Title: A avaliação da eficácia de um Programa de Desenvolvimento de Competências para a Vida junto de adolescentes em acolhimento residencial
Authors: Santos, Laura 
Velho, Cristina 
Pinheiro, Maria do Rosário 
Palaio, Carla 
Keywords: Acolhimento residencial; Crianças e jovens em risco; Competências para a vida; Estudo de eficácia
Issue Date: 2017
Publisher: Revista da Associação Portuguesa de Psicologia
Keywords: Acolhimento residencial; Crianças e jovens em risco; Competências para a vida; Estudo de eficácia
Issue Date: 2017
Publisher: Revista da Associação Portuguesa de Psicologia
Project: Projet'Ar-te, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano "Crianças e Jovens em Risco" 
Abstract: A fim de promover a autonomia das jovens em acolhimento residencial, a Casa do Canto-CrescerSer desenvolveu um Programa de Desenvolvimento de Competências para a Vida/Projet’Ar-te (financiado pelo Fundação Calouste Gulbenkian, 2012-2015) que integra a promoção da regulação emocional e de competências pessoais e sociais. A avaliação das 39 participantes (M=15,33;DP=1,797) integrou a aplicação de instrumentos estandardizados de autoavaliação psicológica, em pré e pós intervenção: Youth Self Report, Escala de Autoestima de Toulouse, Questionário de Vulnerabilidade ao Stress e Questionário de Esquemas para Adolescentes. Os resultados apontam uma diminuição estatisticamente significativa da ansiedade/depressão (F=-2,304; p=0.021), assim como um aumento da autoestima (F=-2,496; p=0.013). Esta tendência global de mudança positiva é reforçada pelo facto de 57,9% das jovens terem diminuido os níveis de psicopatologia (2(2)=18,053; p<.001). O cálculo do Índice de Mudança Fiável aponta para uma melhoria clínica nos problemas de internalização (em 57,9% das jovens) e de externalização (52,6%), diminuição de vulnerabilidade ao stresse (52,8%) e uma redução da saliência de esquemas precoces mal adaptativos (66,6%). Estes resultados sugerem que, após a intervenção, as jovens percepcionam-se com um comportamento mais ajustado, com capacidade para regular as suas emoções e com mais confiança para enfrentarem os desafios e exigências da sua autonomização.
URI: http://hdl.handle.net/10316/46948
ISSN: 2183-2471
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CINEICC - Artigos em Revistas Nacionais

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