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Title: Caracterização / predição das capacidades físicas determinantes no sucesso de jovens jogadores de ténis do escalão sub. 16
Authors: Rodrigues, João Carlos Cristóvão 
Orientador: Santos, Amândio Manuel Cupido
Keywords: Ténis; Jogadores de ténis; Capacidades coordenativas
Issue Date: 2014
Abstract: O presente estudo pretende caraterizar antropometricamente 30 jovens praticantes de ténis, com idades compreendidas entre os 13 e os 16 anos de idade nos diferentes géneros, com ou sem ranking top 100 no escalão de sub -16. Pretende também aplicar uma bateria de testes físicos, incluindo testes de força, velocidade, agilidade e resistência, de modo a ver qual a componente física que melhore prediz a performance em função do ranking dos atletas. As hipóteses em estudo foram as seguintes:  Hipótese I – Existem diferenças significativas das variáveis em estudo no género masculino entre grupo I e II.  Hipótese II – Existem diferenças significativas das variáveis em estudo no género feminino entre os grupos III e IV.  Hipótese III – Existem diferenças significativamente significativas nas variáveis em estudo entre o género masculino e feminino. Para tal foram criados quatro grupos de estudo:  Grupo I – Atletas do género masculino com ranking top 100 sub -16. (N=7)  Grupo II - Atletas do género masculino com ranking > top 100 sub -16. (N=8)  Grupo III - Atletas do género feminino com ranking top 100 sub -16. (N=8)  Grupo IV - Atletas do género masculino com ranking top 100 sub -16. (N=7) A cada grupo participante no estudo foi aplicada a mesma bateria de testes físicos , na vertente de teste de força, velocidade, agilidade e resistência. Os testes de força contemplam 3 testes, sendo eles um sprint de 5 metros, 10 metros, e o teste de velocidade multidirecional. Os testes de força comtemplam um salto em contra movimento, o lançamento da bola medicinal lado dominante, não dominante e por cima da cabeça, teste de abdominais e teste de flexões. Os testes de agilidade incluem o teste de toque nos cones Resumo V e o teste do hexágono. Os testes de resistência são a corrida de 800 metros para o género feminino e 1000 metros para o género masculino. Estes foram os principais resultados produzidos:  O género masculino realizou melhores testes físicos em relação ao género feminino em todas as variáveis em estudo.  O grupo ranking top 100 masculino obteve melhores testes físicos em relação ao grupo ranking > top 100 masculino, em todos os testes realizados, com exceção do lançamento da bola medicinal do lado dominante, e dos valores calculados de pico de potência e potência média obtidos através do salto em contra movimento na plataforma de ergojump.  O grupo ranking top 100 feminino, obteve melhores resultados em comparação com o grupo ranking > top 100 feminino em todos os testes físicos realizados, com exceção do sprint de 5 metros. Segundo o modelo preditor de performance, a variável que melhor explica a performance em função do ranking dos atletas do género masculino è a variável força, mais concretamente o teste das flexões com um R=0.773. Segundo o modelo preditor de performance, a variável que melhor explica a performance em função do ranking dos atletas do género feminino é a variável velocidade, mais concretamente o teste de velocidade multidirecional com um R=0.814. Não foram validadas as hipóteses I, II e III, dado que dentro das variáveis força, velocidade ou agilidade, existiram sempre testes que não foram estatisticamente significativos entre os diferentes grupos em estudo. VI Abstract This study aims to characterize anthropometrically 30 young tennis players, aged between 13 and 16 years of age in the different gender, with or without rank in the top 100 ranking of U-16. Intends to apply a battery of physical tests, including strength, speed, agility and endurance tests in order to see which physical component that predicts better performance depending on the ranking of the athletes. The study hypotheses were as follows: • Hypothesis I - There are statistically significant differences between the study variables in males between group I and II. • Hypothesis II - There are statistically significant differences between the study variables in the female gender between groups III and IV. • Hypothesis III - There are statistically significant differences in the study variables between males and females. For this four study groups were created: • Group I - Male athletes with top 100 ranking U-16 . (N = 7) • Group II - Male athletes with rank > top 100 U-16. (N = 8) • Group III – Female athletes with ranking top 100 U-16. (N = 8) • Group IV – Female athletes with ranking > top 100 U-16. (N = 7) Each participant in the study group was administered the same battery of physical tests, for strength, speed, agility and endurance. The speed component includes 3 tests, a 5 and 10 meter sprints and a multidirectional speed test. Strength tests includes a counter movement jump, over head throw of the 2kg medicinal ball, throw with dominant hand and non dominant hand, abdominal crunches and pushups tests. The agility component includes testing of touching the cones and the hexagon test. Endurance tests are run 800 meters for females and 1000 meters for the males. Data analysis have produced these major results: • The males performed better in the physical tests compared to females in all study variables. Abstract VII • The top 100 ranking male group achieved better physical tests for group ranking > top 100 men in all tests , except for the medicinal ball on the dominant side , and the calculated values of peak power and average power obtained through the counter-movement jump in Ergojump platform. • The top 100 ranking female group achieved better results compared with the group ranking > top 100 female in all the physical tests, except the 5 meter sprint. According to the model performance predictor , the variable that best explains the performance depending on the ranking of the athletes in the male gender was the strength variable , namely the test of pushups with β = 0.773 . According to the model performance predictor, the variable that best explains the performance depending on the ranking of the athletes in the female gender was the speed variable , namely the test of multidirectional speed with β = 0.814 . None of the hypotheses, I, II and III, were validated, as variables within the components of speed, strength or agility, always existed tests that were not statistically significant between the different study groups .
Description: Dissertação de mestrado em Ciências do Desporto (Treino Desportivo Para Crianças e Jovens) apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra
URI: http://hdl.handle.net/10316/28666
Rights: openAccess
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