Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/25682
Title: Atitudes educativas parentais, resiliência e rendimento académico do adolescente: análise de relações e contributo de variáveis demográficas
Authors: Maia, Ana Elisabete Duarte 
Orientador: Dias, Maria da Luz Vale
Keywords: Desempenho académico; Parentalidade; Resiliência; Adolescência
Issue Date: 2014
Serial title, monograph or event: Atitudes educativas parentais, resiliência e rendimento académico do adolescente: análise de relações e contributo de variáveis demográficas
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: Na presente investigação pretendeu-se analisar as relações entre a qualidade da parentalidade, a resiliência e o rendimento escolar dos adolescentes, medido através das médias das classificações finais de cada um dos três níveis da estrutura modular do ensino profissional (sociocultural, cientifico e técnico e tecnológico dos cursos de nível II e nível IV). A qualidade da parentalidade foi considerada a partir da intensidade da perceção do afeto e das práticas parentais e a resiliência incluiu os recursos de resiliência (internos e externos) percecionados pelo adolescente. Para uma melhor compreensão das variáveis em estudo, foram tidos em conta os contributos de variáveis demográficas, tais como, nacionalidade, género, habilitações dos pais, nível socioeconómico e tipo de família. Foram inquiridos 282 adolescentes de duas escolas da Associação Diogo de Azambuja (71.63% da EPM e 28.37% da EPAAD), na região centro do país, distribuídos por diferentes anos de escolaridade (do 7º ao 12º ano), dos quais 61.70% eram do género masculino e 38.30% do género feminino, com idades compreendidas entre os 14 e 23 anos (média de 17.84; DP=2.02). Para avaliação das variáveis em estudo, utilizámos o IPA (Streit, 1978; Fleming, 1997), o HKRA (Constantine & Benard 2001), os resultados escolares do final do ano letivo 2011/2012 e, ainda, um questionário sociodemográfico construído para o efeito. Os dados revelam interessantes contributos das variáveis demográficas a nível das variáveis em estudo, registando-se diferenças em função da nacionalidade, do género, do tipo de família e das habilitações do pai. Embora não tenham sido encontradas associações relevantes entre o rendimento escolar, por um lado, e as atitudes parentais ou a resiliência, por outro, os dados revelam algumas relações entre as atitudes parentais e a resiliência. Os resultados obtidos sugerem, de um modo geral, que a perceção que os adolescentes têm do afeto parental e das atitudes parentais (conceptualizada como um recurso externo) se relacionam com os recursos de resiliência, nomeadamente os recursos externos e o envolvimento em casa, podendo influenciar o desenvolvimento adaptativo e positivo do adolescente em diversas áreas (social, académica e da saúde).
In the present investigation, we have tried to make an analysis of the relationships between the quality of parenthood, the resilience and the school success of adolescents, measured through the average of the final school marks of each of the three levels of modular structure of the professional learning (sociocultural, scientific and technical and technological in the degrees of level II and IV). The quality of the parenthood was considered having as a basis the intensity of the perception of affection and parents’ practices and the resilience has included the resilience resources (internal and external) perceived by the adolescent. For a better understanding of the variables studied, we have taken into account the contributions of the demographical variables, such as nationality, gender, parents’ qualifications, socio-economical level and the type of family. 282 young people from the two schools of the Diogo da Azambuja Association (71.63% from the Montemor Professional School and 28.37% from the Afonso Duarte Farming School), at the center of Portugal, have been inquired, scattered through different school grades (from the 7th to the 12th ), from which 61.70% were males and 38.30% females, with ages ranging between 14 and 23 years old (average of 17.84; DP=2.02). For the assessment of the studied variables, we have used the IPA (Streit, 1978; Fleming, 1997), the HKRA (Constantine & Benard 2001), the school results at the end of the 2011/2012 school year and a social-demographic questionnaire built for that purpose. The data reveal interesting contributions from the demographical variables at the level of the variables that were studied, finding differences that depended on the nationality, gender, type of family and the father’s qualifications. Although no significant associations have been found between the school results, on one side, and the parents’ attitudes and resilience on the other, the data reveal some relationships between parents’ attitudes and resilience. The achieved results suggest that, in general terms, the perception adolescents have of their parents’ affection and of their parents’ attitudes (understood as an external resource) are related to the resilience resources, namely the external resources and the involvement at home, being able to influence the positive and adapting development of adolescents in several fields (social, academic and of health).
Description: Dissertação de mestrado em Psicologia (Psicologia do Desenvolvimento), apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
URI: http://hdl.handle.net/10316/25682
Rights: openAccess
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