Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/24978
Title: Feeding ecology of white-chinned petrels: diet and their diving patterns around South Georgia
Authors: Sue-Anne, Bloom 
Orientador: Ramos, Jaime
Xavier, João Carlos Caetano
Keywords: Conservação; Dieta; Mortalidade acidenta; Padrões de mergulho; Painhos-de-queixo-branco; South Georgia
Issue Date: 2012
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: White-chinned petrels, Procellaria aequinoctialis, are one of the most abundant pelagic seabirds in the Southern Ocean and have the highest incidental mortality rate by long-line fisheries in the region. Tracking results on this population have shown that their foraging areas cover the waters around South Georgia, Scotia Sea and sub-Antarctic waters to the Patagonian shelf. However, much information on their diet and activity patterns is needed to better understand their foraging ecology in relation to fisheries and thus provide valuable information for the conservation of this species. The diet has been broadly characterized previously using breeding birds caught at the colonies, however, no diet information is available from white-chinned petrels caught out at sea, caught accidently by fishing vessels, including the cephalopod part of the diet. As cephalopods are poorly known in the Southern Ocean, and they have no Antarctic fisheries targeting them, understanding their importance in the diet of these seabirds can contribute to our understanding of how white-chinned petrels catch prey (in this case cephalopods) naturally. The diving and activity patterns of white-chinned petrels, related to their feeding ecology, are, also, poorly understood. This species possibly feed by seizing live prey from the surface, by surface plunging and they are also excellent divers. As they are also scavengers, potentially feeding on bait and discards from longline fishing vessels, they may become vulnerable species due to possible attraction to fishing vessels and are known to being caught accidently by longline hooks. The objectives of this study will be to characterize the diet of white-chinned petrels caught in South Georgian waters onboard of longline fishing vessels, in two different years (2002 and 2004), assess diving patterns of white-chinned petrels, from colonies on Bird Island, South Georgia, from December 2009 and January 2010, and evaluate the implications of the impact of accidental by-catch on white-chinned petrels populations by longline fisheries in the study region. Warmer waters cephalopod species Gonatus antarcticus, Taonius sp. B (Voss) and Illex argentinus (a typically species from the Patagonian shelf) were more abundant in the diet of 2004 than in 2002 (Martialia hyadesi was the most important species in 2002). Our results from the activity patterns showed that white-chinned petrels could dive up to 14 metres deep, slightly more than previously thought. In terms of conservation, my results reinforce the need for the implementation of integrated weights in longlines in order to reduce white-chinned by caught. Mitigation measures of precaution and conservation need to also be implemented for the night periods (i.e. so that white-chinned petrels do Feeding ecology of white-chinned petrels: diet and their diving patterns around South Georgia not see the longlines being deployed), as white-chinned petrels are both diurnal and nocturnal species.
Os painhos de queixo branco, Procellaria aequinoctialis, são uma das aves pelágicas mais abundantes no Oceano Antártico e tem a maior taxa de mortalidade acidental por pesca de palangre. Resultados de rastreio via satélite desta população têm mostrado que as áreas de alimentação e de procura de alimento cobrem as águas ao redor de South Georgia, Mar de Scotia e das águas sub-antárticas até à costa da Patagónia. No entanto, muita informação sobre a sua dieta e padrões de actividade é necessária para entender melhor sua ecologia alimentar em relação à pesca e, portanto, fornecer informações valiosas para a conservação desta espécie. A dieta tem sido amplamente caracterizada anteriormente usando aves que se estão a reproduzir (amostras obtidas nas colónias), mas não há informação disponível da sua dieta destas aves capturadas no mar, quando apanhadas acidentalmente por barcos de pesca, especialmente em relação ao componente de cefalópodes. Como os cefalópodes são pouco conhecidos no Oceano Antártico, e não são pescados de forma intencional neste oceano, compreender a sua importância na dieta destas aves marinhas podem contribuir para um melhor conhecimento de como estes painhos capturam, de forma natural, as suas presas (neste caso cefalópodes). Os padrões de mergulho e actividade dos painhos de queixo branco, relacionados com a sua ecologia alimentar, também são mal compreendidos. Esta espécie possivelmente alimenta-se, ou apanhando presas vivas à superfície da água, ou através do mergulho a partir da superfície, sendo estas aves marinhas também excelentes mergulhadores. Como eles também são scavengers, alimentando-se provavelmente, dos iscos e dos restos deixados pelos navios de pesca de palangre, estas aves podem se tornar espécies vulneráveis devido à provável atracção a estes navios de pesca e serem apanhadas acidentalmente pelos anzóis. Os objetivos deste estudo consistem em caracterizar a dieta dos white-chinned petrels capturados em águas de South Georgia a bordo dos navios de pesca de palangre, em dois anos diferentes (2002 e 2004), avaliar os padrões de mergulho dos white-chinned petrels, a partir de colónias em Bird Island, Geórgia do Sul, de Dezembro de 2009 e Janeiro de 2010, e avaliar as implicações do impacto acidental ―by-catch” destes painhos através da pesca de palangre. Espécies de cefalópodes de águas mais quentes, como Gonatus antarcticus, Taonius sp. B (Voss) e Illex argentinus (uma espécie típicamente proveniente da costa Patagónica) foram mais abundantes na dieta de 2004 do que em 2002 (Martialia hyadesi foi a espécie mais importante em 2002). Os meus resultados dos padrões de actividade mostraram que os Feeding ecology of white-chinned petrels: diet and their diving patterns around South Georgia painhos de queixo branco podem mergulhar até 14 metros de profundidade, pouco mais do que se pensava anteriormente. Em termos de conservação os resultados reforçam a necessidade de implementação de pesos integrados nas linhas de pesca. Medidas de mitigação, de precaução e de conservação também precisam de ser implementadas para os períodos da noite (isto é, para impedir que estas aves marinhas não vejam os aparelhos a serem postos na água), devido a estes painhos serem uma espécie activa tanto de dia como de noite.
Description: Dissertação de mestrado em Biologia, apresentada ao Departamento Ciências da vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
URI: http://hdl.handle.net/10316/24978
Rights: openAccess
Appears in Collections:FCTUC Ciências da Vida - Teses de Mestrado

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