Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/1893
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dc.contributor.authorMartins, Décio Ruivo-
dc.date.accessioned2008-12-05T15:19:25Z-
dc.date.available2008-12-05T15:19:25Z-
dc.date.issued1997-07-29en_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/1893-
dc.descriptionTese de doutoramento em Física (História e Ensino da Física) apresentada à Fac. de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra-
dc.description.abstractUma opinião manifestada sobre a cultura científica portuguesa do século XVIII é a de que se vivia um profundo atraso, cuja responsabilidade foi atribuída aos jesuítas que detinham a primazia do ensino no país. Estas opiniões eram fundamentadas pelo facto de que a Filosofia, que então oficialmente se ensinava, mantinha ainda alguma influência da Escolástica, onde se pregavam os dogmas peripatéticos. Um argumento frequentemente utilizado para se justificar a opinião de que se vivia um ambiente de profunda ignorância e estagnação científico-cultural foi o facto das obras de Newton, Gassendi, Galileu, entre outros autores, se encontrarem oficialmente interditas ao ensino no Colégio das Artes, anteriormente à Reforma Pombalina dos estudos. O estudo feito sobre a actividade científica e pedagógica ocorrida nos Colégios das Artes, em Coimbra, e de Santo Antão, em Lisboa, bem como na Universidade de Évora, ao longo de todo o século XVII e no século XVIII, até ao ano de 1759, bem como no Colégio dos Oratorianos, na Casa das Necessidades em Lisboa, entre 1745 e 1760, permite concluir que a situação do ensino das ciências físico-matemáticas, antes da Reforma Pombalina, não foi tão miserável, como o pretendiam defender os seus mais empenhados defensores. Foram vários os professores e cientistas, portugueses e estrangeiros, que desenvolveram em Portugal, antes do ano de 1760, uma importante actividade pedagógica e científica no domínio das ciências físico-matemáticas. Em muitos casos, o prestígio adquirido no estrangeiro confirma que os portugueses não se haviam mantido indiferentes ao progresso científico. Antes de serem condenados ao exílio, o oratoriano Teodoro de Almeida e o jesuíta Inácio Monteiro, assumiram um notável protagonismo entre as personalidades que se dedicaram à actividade científica e ao ensino das ciências físicas e matemáticas. Entre os anos de 1760 e 1772, com a prisão e expulsão de um grande número de personalidades, a actividade pedagógica e científica foi praticamente nula.en_US
dc.language.isoporpor
dc.rightsembargoedAccesseng
dc.subjectHistória e Ensino da Físicaen_US
dc.subjectFísicaen_US
dc.titleAspectos da Cultura Científica Portuguesa até 1772en_US
dc.title.alternativeAspects of the portuguese scientific culture before 1772en
dc.typedoctoralThesisen_US
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextSem Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextnone-
crisitem.author.deptFaculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade de Coimbra-
crisitem.author.parentdeptUniversidade de Coimbra-
crisitem.author.researchunitCenter for Physics, University of Coimbra-
crisitem.author.orcid0000-0001-6911-5445-
Appears in Collections:FCTUC Física - Teses de Doutoramento
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