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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10316/46857</link>
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    <pubDate>Sat, 07 Mar 2020 13:51:29 GMT</pubDate>
    <dc:date>2020-03-07T13:51:29Z</dc:date>
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      <title>O bilinguismo na épica portuguesa do período filipino: entre a expressão autonómica, a afirmação identitária e a importância do contexto cultural espanhol envolvente</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47531</link>
      <description>Title: O bilinguismo na épica portuguesa do período filipino: entre a expressão autonómica, a afirmação identitária e a importância do contexto cultural espanhol envolvente
Authors: Ferro, Manuel
Abstract: Se, durante o período filipino em Portugal (1580-1640) foi intensa a produção épica no contexto cultural português, quer em língua portuguesa, quer castelhana, mesmo nesta última situação de autores portugueses, polémico tem sido o modo como tal fenómeno tem sido abordado: se uns o vêem como expressão acabada do espírito autonómico, outros consideram-no como manifestação da forte influência da cultura espanhola, que ao tempo se projetava a nível europeu. Outros ainda reconhecem nesse caso, pelo contrário, um modo de maior reconhecimento para as letras portuguesas, já que o pendor patriótico de alguns poemas também é reduzido. Em qualquer situação, para qualquer dos títulos aduzidos, é sempre de ter em conta fatores literários, paraliterários e extraliterários do período em causa.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47531</guid>
      <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pedro e Inês sob o signo do burlesco</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47530</link>
      <description>Title: Pedro e Inês sob o signo do burlesco
Authors: Ferro, Manuel
Abstract: Se é possível rastrear na literatura portuguesa a transformação da matéria inesiana da história à lenda e desta ao mito, também é possível perscrutar o processo de desconstrução do mito literário através da paródia e do burlesco. De todo o poema d’ Os Lusíadas, bem poucas devem ter sido as passagens que alcançaram a fortuna do episódio de Inês de Castro. A sua popularidade atesta-se através do profundo conhecimento que usufrui entre o público leitor, a ponto de qualquer texto que o use como subtexto tenha garantido o sucesso, por permitir a respetiva e imediata identificação da fonte inspiradora. Depois de termos procedido a uma análise dos episódios construídos com o recurso à técnica da paródia e, consequentemente, evidenciar o jogo de continuidades e ruturas, em que a subjetividade e a tradição continuamente se articulam num conseguido jogo de intertextualidade, propomo-nos desta vez avançar com a abordagem de mais dois textos centrados no episódio inesiano no âmbito do burlesco: os fragmentos de um drama, Inês de Castro (1890), composto por Eça de Queirós em colaboração com Olavo Bilac, D. Emília e D. Benedita de Castro; e Nero e Nina (2012), um recente conto de Mário Cláudio. Privilegiando o modelo de referência, o episódio do canto III d’Os Lusíadas (III, 118-136), visa-se assim analisar a sua atualização e o modo como cada texto se transforma numa chistosa ‘charge’ às personagens envolvidas. Por um lado, se desta forma ocorre a trivialização de uma matéria atemporal e por demais apreciada, por outro, a criatividade dos escritores considerados visa igualmente salvar do desgaste em que pode cair uma história de amor que, ao longo dos séculos, alimentou inúmeros tratamentos nas mais variadas formas de expressão artística.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Sep 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47530</guid>
      <dc:date>2013-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>The myth of Adamastor in postmodernity. Between legend and art, fiction and history</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47475</link>
      <description>Title: The myth of Adamastor in postmodernity. Between legend and art, fiction and history
Authors: Ferro, Manuel
Abstract: When Camões composed The Lusiads, he used classical mythology both as a second line of action and as an element of wonder in order to embellish it. Moreover, he decided to innovate too, by creating the figure of Adamastor, a giant in love with a nymph, who is eventually transformed into a rocky mountain. Adamastor, infuriated because the nymph does not love him in return, decides to frighten and haunt anyone sailing nearby his cape, thus symbolizing the obstacles and fears faced by Portuguese navigators in their quest for a sea route to India. The giant, which aroused interest among critics and writers for centuries, has recently inspired two significant postmodern works: Adamastor, Nomen Gigantis (2000), a poetical essay by Vasco Graça Moura on a popular sculpture by José de Guimarães; and a historical novel entitled Adamastor (2008), by E. S. Tagino, where the giant is humanized and represents Camões' fictive experiences in Mozambique in his way back from India to Portugal. Thus, both works offer a privileged field of research regarding contemporary transmission of myth.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Aug 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47475</guid>
      <dc:date>2013-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Camões e ecos da sua Obra na Cultura Contemporânea</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47216</link>
      <description>Title: Camões e ecos da sua Obra na Cultura Contemporânea
Authors: Matos, Maria Vitalina Leal de</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47216</guid>
      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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