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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10316/20670</link>
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    <pubDate>Sat, 07 Mar 2020 13:54:12 GMT</pubDate>
    <dc:date>2020-03-07T13:54:12Z</dc:date>
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      <title>Avaliação Psicológica de Condutores Idosos: Validade de Testes Neurocognitivos no Desempenho de Condução Automóvel</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47533</link>
      <description>Title: Avaliação Psicológica de Condutores Idosos: Validade de Testes Neurocognitivos no Desempenho de Condução Automóvel
Authors: Saraiva Ferreira, Inês
Abstract: A avaliação psicológica de condutores idosos constitui um tema atual e de relevância crescente em Saúde Pública. O envelhecimento da população mundial e o aumento previsível do número de condutores idosos com alterações neuropsicológicas associadas à idade ou a condições médicas específicas (como doenças cerebrovasculares e neurodegenerativas) determinam a necessidade de instrumentos e protocolos de avaliação psicológica válidos, que permitam a identificação de condutores com diminuição da capacidade de condução e maior risco de acidente de viação. No âmbito da investigação científica atual, não existe um consenso sobre testes de cariz neuropsicológico indicados para a população de condutores idosos. Em Portugal, não são igualmente conhecidas publicações com dados de investigação teórica ou empírica sobre a validade de protocolos de avaliação e testes psicológicos para condutores. A presente dissertação apresenta investigações orientadas para o exame da validade de protocolos de avaliação e testes neurocognitivos em relação a medidas de desempenho de condução em adultos idosos. Para compreender esta finalidade, foram organizados diversos Estudos quer de âmbito teórico (Estudos I, II e III), quer de natureza empírica (Estudos IV, V, VI e VII).&#xD;
O Estudo I documenta a utilidade de testes neurocognitivos no exame clínico de condutores com doença neurológica e psiquiátrica, e fundamenta a necessidade de articulação de resultados da avaliação médica e da avaliação psicológica para a condução. O Estudo II identifica um conjunto de testes neuropsicológicos com valor preditivo em relação a medidas de desempenho de condução automóvel em adultos idosos, e sinaliza a necessidade de investigações portuguesas neste domínio específico de Avaliação Psicológica. O Estudo III elabora uma recensão crítica sobre a legislação portuguesa mais recente no âmbito da avaliação psicológica de condutores, e procura desenvolver linhas de orientação prática para processos de exame em adultos idosos.&#xD;
No âmbito dos estudos empíricos, o Estudo IV analisa preditores cognitivos de um maior risco de dificuldades de condução auto-reportadas numa amostra de adultos idosos. Os resultados indicam o poder preditivo de testes cognitivos específicos que examinam a atenção visual dividida e o funcionamento executivo, e da variável género, e impulsionam uma análise crítica do valor do auto-relato no âmbito da avaliação de condutores. O Estudo V identifica testes e domínios cognitivos com maior significância na discriminação de dois grupos de resultados numa grelha de observação de comportamentos de condução em contexto real de trânsito. Os condutores idosos com pior desempenho na condução obtiveram resultados significativamente inferiores em testes que examinam, de modo particular, as capacidades visuo-espaciais, a atenção visual dividida, as funções executivas e os tempos de reação complexa, corroborando domínios neurofuncionais que determinam a proficiência de condução automóvel. O Estudo VI investiga a validade preditiva da versão portuguesa do ACE-R e, secundariamente, indicadores de fiabilidade da grelha de observação de comportamentos de condução. A cotação ACE–R evidenciou uma eficiência classificatória superior à cotação MMSE, em particular na deteção de condutores inaptos, sugerindo o valor potencial de um instrumento breve de avaliação cognitiva em processos de exame de aptidão para a condução em idosos. Adicionalmente, o estudo relativo ao acordo entre-observadores da grelha de condução indicou valores de fiabilidade elevada e sugere a utilidade de inclusão deste instrumento nos protocolos de avaliação que incorporem um exame de condução real. O Estudo VII analisa a validade preditiva de um conjunto de testes cognitivos e psicomotores em relação ao desempenho de condução real. Os testes de tempos de reação de escolha e complexa constituíram os preditores significativos numa bateria informatizada de uso corrente em Portugal em avaliação psicológica de condutores idosos. Adicionalmente, provas específicas que examinam a atenção visual dividida, as capacidades visuo-espaciais e o funcionamento executivo demonstraram valor específico e incremental em relação aos testes de tempos de reação.&#xD;
Os resultados permitiram identificar a utilidade de testes neurocognitivos na previsão do desempenho de condução em adultos idosos, e a necessidade de aperfeiçoar a metodologia de avaliação psicológica de condutores em Portugal.</description>
      <pubDate>Fri, 08 Feb 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47533</guid>
      <dc:date>2013-02-08T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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      <title>Avaliação Neuropsicológica na Perturbação bipolar: Neurocognição, Cognição Social e Funcionamento em Doentes Bipolares Eutímicos</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47462</link>
      <description>Title: Avaliação Neuropsicológica na Perturbação bipolar: Neurocognição, Cognição Social e Funcionamento em Doentes Bipolares Eutímicos
Authors: Caldeira, Maria Salomé de Oliveira
Abstract: A Perturbação Bipolar foi classicamente conceptualizada como uma perturbação recorrente do humor, com completa recuperação sintomática e funcional entre os episódios. No entanto, vários estudos empíricos têm demonstrado que os doentes com Perturbação Bipolar apresentam algum grau de disfunção cognitiva, em vários domínios – memória verbal, funções executivas, atenção sustentada – evidente nos episódios agudos de alteração do humor e persistindo após recuperação, no estado eutímico. Além disso, as dificuldades funcionais, a nível ocupacional, social e residencial, persistem num número significativo de doentes, mesmo após a remissão sintomática. A presença de disfunção neurocognitiva e em diferentes dimensões da cognição social, durante o estado eutímico, pode ser um dos factores determinantes desta incapacidade funcional, tal como ocorre nos doentes com Esquizofrenia. Contudo são ainda poucos os estudos que comparam directamente o perfil de desempenho neurocognitivo e de processamento emocional de doentes com Perturbação Bipolar, em fase eutímica, com doentes com Esquizofrenia e que explorem as relações entre neurocognição, processamento emocional e funcionamento psicossocial, nas suas múltiplas dimensões, nesta população clínica.&#xD;
O objectivo do presente estudo consiste na caracterização do perfil de desempenho em tarefas neurocognitivas e de processamento emocional, e das suas relações com o funcionamento, numa amostra de doentes bipolares eutímicos (n=50), em comparação com uma amostra de doentes com Esquizofrenia (n=50) e uma amostra de controlos normais (n=50). Pretende-se ainda, mais especificamente, dar resposta às seguintes questões: Existem défices neuropsicológicos independentes do estado clínico, na Perturbação Bipolar, que se mantenham em doentes bipolares eutímicos? Qual a natureza e magnitude dos défices neuropsicológicos nos doentes bipolares eutímicos? Quais os domínios cognitivos mais afectados? Existem diferenças no perfil de desempenho neurocognitivo entre a Perturbação Bipolar e a Esquizofrenia? Essas diferençassão qualitativas ou quantitativas? Existem diferenças no desempenho, em tarefas de processamento emocional, entre doentes bipolares eutímicos, doentes com Esquizofrenia e controlos saudáveis? Qual a natureza e a magnitude dessas diferenças? Quais as relações entre as variáveis clínicas, as variáveis neurocognitivas e o processamento emocional com o funcionamento psicossocial na Perturbação Bipolar? Diferentes métodos de avaliação do funcionamento modificam as características dessas relações?&#xD;
Os instrumentos utilizados na presente investigação podem ser divididos em instrumentos de avaliação diagnóstica (SCID I), de avaliação psicopatológica (Hamilton Depression Rating Scale, Young Mania Rating Scale), de avaliação funcional (Escala de Avaliação da Actividade Social e Laboral, Disability Assessment Schedule II e FAST) e avaliação neuropsicológica através de uma bateria de testes que avalia os seguintes domínios: funções executivas, memória verbal, memória visual, memória imediata e de trabalho, capacidades visuoconstrutivas e visuoespaciais, atenção sustentada e processamento emocional.&#xD;
Dos resultados obtidos, verificou-se que os doentes bipolares eutímicos apresentavam uma disfunção neurocognitiva generalizada, com défices de maior magnitude nos domínios das funções executivas, memória verbal e memória visual, qualitativamente similar aos doentes com Esquizofrenia, apesar das diferenças em relação ao desempenho cognitivo dos controlos saudáveis ser quantitativamente de menor dimensão. A disfunção no reconhecimento emocional foi semelhante aos doentes com Esquizofrenia, em relação à capacidade global de identificação de emoções, mas os doentes bipolares eutímicos apresentaram uma disfunção de maior magnitude na emoção de medo, além de apresentarem uma diminuição da capacidade de identificação da repulsa e um enviesamento para falsas identificações da emoção de cólera.&#xD;
Do estudo das relações entre a neurocognição, o processamento emocional e o funcionamento foi possível extrair um conjunto de achados significativos. Por um lado, os resultados obtidos com os diferentes instrumentos utilizados sugerem que a distinção entre diferentes dimensões do funcionamento, conceptualizada na investigação na Esquizofrenia, pode ser também útil na Perturbação Bipolar e que os instrumentos multidimensionais desão qualitativas ou quantitativas? Existem diferenças no desempenho, em tarefas de processamento emocional, entre doentes bipolares eutímicos, doentes com Esquizofrenia e controlos saudáveis? Qual a natureza e a magnitude dessas diferenças? Quais as relações entre as variáveis clínicas, as variáveis neurocognitivas e o processamento emocional com o funcionamento psicossocial na Perturbação Bipolar? Diferentes métodos de avaliação do funcionamento modificam as características dessas relações?&#xD;
Os instrumentos utilizados na presente investigação podem ser divididos em instrumentos de avaliação diagnóstica (SCID I), de avaliação psicopatológica (Hamilton Depression Rating Scale, Young Mania Rating Scale), de avaliação funcional (Escala de Avaliação da Actividade Social e Laboral, Disability Assessment Schedule II e FAST) e avaliação neuropsicológica através de uma bateria de testes que avalia os seguintes domínios: funções executivas, memória verbal, memória visual, memória imediata e de trabalho, capacidades visuoconstrutivas e visuoespaciais, atenção sustentada e processamento emocional.&#xD;
Dos resultados obtidos, verificou-se que os doentes bipolares eutímicos apresentavam uma disfunção neurocognitiva generalizada, com défices de maior magnitude nos domínios das funções executivas, memória verbal e memória visual, qualitativamente similar aos doentes com Esquizofrenia, apesar das diferenças em relação ao desempenho cognitivo dos controlos saudáveis ser quantitativamente de menor dimensão. A disfunção no reconhecimento emocional foi semelhante aos doentes com Esquizofrenia, em relação à capacidade global de identificação de emoções, mas os doentes bipolares eutímicos apresentaram uma disfunção de maior magnitude na emoção de medo, além de apresentarem uma diminuição da capacidade de identificação da repulsa e um enviesamento para falsas identificações da emoção de cólera.&#xD;
Do estudo das relações entre a neurocognição, o processamento emocional e o funcionamento foi possível extrair um conjunto de achados significativos. Por um lado, os resultados obtidos com os diferentes instrumentos utilizados sugerem que a distinção entre diferentes dimensões do funcionamento, conceptualizada na investigação na Esquizofrenia, pode ser também útil na Perturbação Bipolar e que os instrumentos multidimensionais desão qualitativas ou quantitativas? Existem diferenças no desempenho, em tarefas de processamento emocional, entre doentes bipolares eutímicos, doentes com Esquizofrenia e controlos saudáveis? Qual a natureza e a magnitude dessas diferenças? Quais as relações entre as variáveis clínicas, as variáveis neurocognitivas e o processamento emocional com o funcionamento psicossocial na Perturbação Bipolar? Diferentes métodos de avaliação do funcionamento modificam as características dessas relações?&#xD;
Os instrumentos utilizados na presente investigação podem ser divididos em instrumentos de avaliação diagnóstica (SCID I), de avaliação psicopatológica (Hamilton Depression Rating Scale, Young Mania Rating Scale), de avaliação funcional (Escala de Avaliação da Actividade Social e Laboral, Disability Assessment Schedule II e FAST) e avaliação neuropsicológica através de uma bateria de testes que avalia os seguintes domínios: funções executivas, memória verbal, memória visual, memória imediata e de trabalho, capacidades visuoconstrutivas e visuoespaciais, atenção sustentada e processamento emocional.&#xD;
Dos resultados obtidos, verificou-se que os doentes bipolares eutímicos apresentavam uma disfunção neurocognitiva generalizada, com défices de maior magnitude nos domínios das funções executivas, memória verbal e memória visual, qualitativamente similar aos doentes com Esquizofrenia, apesar das diferenças em relação ao desempenho cognitivo dos controlos saudáveis ser quantitativamente de menor dimensão. A disfunção no reconhecimento emocional foi semelhante aos doentes com Esquizofrenia, em relação à capacidade global de identificação de emoções, mas os doentes bipolares eutímicos apresentaram uma disfunção de maior magnitude na emoção de medo, além de apresentarem uma diminuição da capacidade de identificação da repulsa e um enviesamento para falsas identificações da emoção de cólera.&#xD;
Do estudo das relações entre a neurocognição, o processamento emocional e o funcionamento foi possível extrair um conjunto de achados significativos. Por um lado, os resultados obtidos com os diferentes instrumentos utilizados sugerem que a distinção entre diferentes dimensões do funcionamento, conceptualizada na investigação na Esquizofrenia, pode ser também útil na Perturbação Bipolar e que os instrumentos multidimensionais de são qualitativas ou quantitativas? Existem diferenças no desempenho, em tarefas de processamento emocional, entre doentes bipolares eutímicos, doentes com Esquizofrenia e controlos saudáveis? Qual a natureza e a magnitude dessas diferenças? Quais as relações entre as variáveis clínicas, as variáveis neurocognitivas e o processamento emocional com o funcionamento psicossocial na Perturbação Bipolar? Diferentes métodos de avaliação do funcionamento modificam as características dessas relações?&#xD;
Os instrumentos utilizados na presente investigação podem ser divididos em instrumentos de avaliação diagnóstica (SCID I), de avaliação psicopatológica (Hamilton Depression Rating Scale, Young Mania Rating Scale), de avaliação funcional (Escala de Avaliação da Actividade Social e Laboral, Disability Assessment Schedule II e FAST) e avaliação neuropsicológica através de uma bateria de testes que avalia os seguintes domínios: funções executivas, memória verbal, memória visual, memória imediata e de trabalho, capacidades visuoconstrutivas e visuoespaciais, atenção sustentada e processamento emocional.&#xD;
Dos resultados obtidos, verificou-se que os doentes bipolares eutímicos apresentavam uma disfunção neurocognitiva generalizada, com défices de maior magnitude nos domínios das funções executivas, memória verbal e memória visual, qualitativamente similar aos doentes com Esquizofrenia, apesar das diferenças em relação ao desempenho cognitivo dos controlos saudáveis ser quantitativamente de menor dimensão. A disfunção no reconhecimento emocional foi semelhante aos doentes com Esquizofrenia, em relação à capacidade global de identificação de emoções, mas os doentes bipolares eutímicos apresentaram uma disfunção de maior magnitude na emoção de medo, além de apresentarem uma diminuição da capacidade de identificação da repulsa e um enviesamento para falsas identificações da emoção de cólera.&#xD;
Do estudo das relações entre a neurocognição, o processamento emocional e o funcionamento foi possível extrair um conjunto de achados significativos. Por um lado, os resultados obtidos com os diferentes instrumentos utilizados sugerem que a distinção entre diferentes dimensões do funcionamento, conceptualizada na investigação na Esquizofrenia, pode ser também útil na Perturbação Bipolar e que os instrumentos multidimensionais de hetero-avaliação, como a FAST, apresentam vantagens em relação a instrumentos globais do funcionamento e de auto-avaliação. Os resultados do estudo também permitem considerar que o desempenho executivo tem um papel central, não só como factor preditivo do desempenho funcional e do processamento emocional, mas também como mediador da relação entre factores clínicos, como a cronicidade, e o funcionamento.&#xD;
Tem sido discutida a possibilidade de utilizar medidas neuropsicológicas como endofenótipos da Perturbação Bipolar. Neste contexto, a clarificação das relações entre desempenho nas tarefas neurocognitivas e funcionamento social e ocupacional poderá contribuir para a definição de grupos específicos de doentes que possam beneficiar de programas de reabilitação funcional. Assim a avaliação neuropsicológica pode desempenhar um papel importante não só na investigação translacional nesta população clínica mas, também, como instrumento adjuvante, na criação de planos de intervenção que permitam apoiar a recuperação de pessoas com Perturbação Bipolar.</description>
      <pubDate>Thu, 21 Mar 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47462</guid>
      <dc:date>2013-03-21T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>COGNITIVE-MOTIVATIONAL DETERMINANTS  OF CAREER DECISION-MAKING PROCESSES:  VALIDATION OF A CONCPEPTUAL MODEL</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47450</link>
      <description>Title: COGNITIVE-MOTIVATIONAL DETERMINANTS  OF CAREER DECISION-MAKING PROCESSES:  VALIDATION OF A CONCPEPTUAL MODEL
Authors: Cordeiro, Pedro Miguel</description>
      <pubDate>Sun, 01 May 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47450</guid>
      <dc:date>2016-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>TIME PERSPECTIVE STABILITY: STUDIES WITH A MULTIDIMENSIONAL MODEL IN THE UNIVERSITY CONTEXT</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10316/47449</link>
      <description>Title: TIME PERSPECTIVE STABILITY: STUDIES WITH A MULTIDIMENSIONAL MODEL IN THE UNIVERSITY CONTEXT
Authors: Victor, Ortuño</description>
      <pubDate>Tue, 01 Apr 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10316/47449</guid>
      <dc:date>2014-04-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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