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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <updated>2020-03-07T13:51:03Z</updated>
  <dc:date>2020-03-07T13:51:03Z</dc:date>
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    <title>Entre a “muda poesia” e a “pintura que fala”: o contributo de Camões para a afirmação da linguagem emblemática em Portugal</title>
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      <name>Araújo, Filipa</name>
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    <updated>2019-06-02T14:27:57Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Entre a “muda poesia” e a “pintura que fala”: o contributo de Camões para a afirmação da linguagem emblemática em Portugal
Authors: Araújo, Filipa
Abstract: Taking the symbolic representation displayed on the medieval military insignias into&#xD;
account and knowing that Portuguese dynasty of Avis made use of personal devices,&#xD;
this study aims to show that the display of “letras” and “cimeiras” (verses and&#xD;
images) in the royal festivities continued that historical legacy. The Cancioneiro&#xD;
Geral (1516) and some contemporaneous chronicles provide evidence of that&#xD;
practice, which can be related with the heraldic systematization led by Lusitanian&#xD;
monarchs in the 16th century. Besides, it will be discussed whether or not Camões&#xD;
was acquainted with the emblematic language, considering the way he deals with the&#xD;
concepts of “mute poetry” and “speaking painting” in his epic poem entitled Os&#xD;
Lusíadas. Additionally, this study seeks to divulge a set of devices attributed to&#xD;
Camões, apparently composed during his stay in Goa. Through the analysis of this&#xD;
material, some conclusions will be drawn on the parodic approach to emblematic&#xD;
gender proposed by Luís Vaz, comparing it to posterior adaptations. According to&#xD;
this perspective, new light will be shed on the importance of Camões’s contribution&#xD;
to the flourishment of emblematic gender in Portugal.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A revitalização da epopeia na afirmação da identidade de Timor Lorosae: d' Os Lusíadas, de Luís de Camões, a Mauberíadas, de Xanana Gusmãon</title>
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      <name>Ferro, Manuel</name>
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    <updated>2019-05-29T00:52:01Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A revitalização da epopeia na afirmação da identidade de Timor Lorosae: d' Os Lusíadas, de Luís de Camões, a Mauberíadas, de Xanana Gusmãon
Authors: Ferro, Manuel
Abstract: Há quase dois séculos que as vanguardas anunciam a morte da epopeia. Se na Europa é viável inclui-la no conjunto de géneros mortos, sem vitalidade, nem expressiva relevância desde o século XIX, o mesmo não se pode afirmar se forem tidas em linha de conta as literaturas de países que se foram gradualmente libertando do jugo colonialista e procuram construir a sua própria identidade nacional. Nesse sentido, e em tais contextos, a epopeia ainda é um género por excelência onde se põe à prova o estro poético do autor, ao mesmo tempo que este se afirma como porta-voz de uma comunidade com quem partilha a mundivisão e respetivos valores. Nalguns casos concretos da lusofonia, a epopeia continua a ser um modo de afirmação das idiossincrasias dos povos que a integram. Não admira, por isso, que Os Lusíadas constituam uma referência, um paradigma, um modelo a seguir ou a contestar, e Luís de Camões seja o poeta maior, colocado acima mesmo dos grandes épicos da Antiguidade Clássica. Ora, nesse diálogo estabelecido entre as literaturas lusófonas, no caso mais recente verificado com a independência de Timor Lorosae, é igualmente através da epopeia, e seguindo o arquétipo da obra camoniana, uma vez mais, que a identidade da cultura maubere se exprime. Ainda antes da independência alcançada, antes até do domínio indonésio, Xanana Gusmão compõe Mauberíadas, e através desse poema heroico, de exaltação do seu povo e da sua cultura, acaba por ser premiado. Assim, é do profícuo diálogo de culturas, estabelecido especificamente entre os dois poetas, cujo objetivo foi em ambos os casos o de afirmar e divulgar ao mundo a grandeza, a coragem e identidade da sua pátria, que se revitaliza um género que há muito se tem vindo a considerar morto.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desprezadas e omitidas: as estâncias excluídas nas edições d'Os Lusíadas</title>
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      <name>Ferro, Manuel</name>
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    <updated>2019-05-29T00:52:02Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Desprezadas e omitidas: as estâncias excluídas nas edições d'Os Lusíadas
Authors: Ferro, Manuel
Abstract: Encontradas por Manuel de Faria e Sousa ...</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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